Melhores singles POP da década de 2010

A música pop é um gênero que se originou em sua forma moderna durante as décadas de 50 e 60, em decorrência da popularidade do rock & roll. Os termos “música popular” e “música pop” são muitas vezes utilizados como sinônimos. Entretanto, o primeiro descreve toda música que faz sucesso independentemente do seu estilo, enquanto o segundo refere-se ao gênero em si. A música pop é basicamente uma união de vários elementos de outros gêneros musicais, no entanto, com alguns fatores consideráveis que a definem, tais como a curta duração, uso de refrões repetitivos, ganchos melódicos, escrita simples e estrutura básica (verso-refrão-verso-refrão-ponte-refrão).

O pop é visto apenas como um ninho de músicas populares nas paradas musicais e/ou singles de grande apelo comercial. Ou seja, é um gênero musical que, muitas vezes, é tratado como descartável, genérico, superficial e destinado ao mercado jovem. Porém, não é bem assim. Existe uma infinidade de músicas pop de qualidade, feitas sob um enorme cuidado e uma grande excelência no quesito produção. Muitas, por sinal, destacam-se por sua incrível composição na escrita e instrumentação. Pensando nisso, que tal conferirmos “os 10 melhores singles POP da década de 2010” até o momento”? Confira a lista abaixo e deixe a sua opinião a respeito.

[Lista baseada no POP e seus subgêneros: eletropop, dancepop, synthpop, europop, dream-pop e indie-pop]


10. Justin Timberlake – Mirrors

Mirrors

Na décima posição do nosso ranking de melhores músicas pop da década, temos “Mirrors” de Justin Timberlake, faixa lançada em fevereiro de 2013 como segundo single do álbum “The 20/20 Experience”. Com um total de 8 minutos de duração, é uma canção pop e R&B inspirada pelo casamento dos avós do astro. Aqui, o cantor presta uma verdadeira homenagem a eles, por causa do seu amor atemporal. Timbaland, J-Roc e o próprio Timberlake foram os encarregados de produzirem esse hino.

Para descrever um amor duradouro, Timberlake emprega versos que falam que sua garota é exatamente como o reflexo do seu espelho: “Porque é como se você fosse o meu espelho / Meu espelho olhando de volta para mim / Olhando de volta para mim”. “Mirrors” é refrescante, emocional, madura e ainda representa muito bem o som old-school do cantor. Em sua instrumentação encontramos uma poderosa guitarra elétrica, palmas, boas harmonias e camadas de sintetizadores. Além disso, Justin ainda oferece excelentes vocais soulful e seus cativantes falsetes.


09. Gotye – Somebody That I Used to Know (feat. Kimbra)

Somebody That I Used to Know

Em 2012, o músico belga/australiano Gotye encantou o mundo ao lado de Kimbra com a bela e crua “Somebody That I Used to Know”. Inicialmente, o single foi lançado em julho de 2011, porém, só estourou no mundo todo em 2012. Em um ano onde a música indie-pop estava em alta e muito acessível, “Somebody That I Used to Know” vendeu nada menos que 7.9 milhões de downloads nos Estados Unidos. Com uma instrumentação simples e um refrão poderoso, a faixa utiliza sample da canção “Seville” do guitarrista brasileiro Luiz Bonfá. “Somebody That I Used to Know” abre com acordes de uma guitarra e uma linha de xilofone, enquanto Gotye constrói uma maravilhosa textura através do seu vocal relaxante.

Na sequência, o primeiro refrão explosivo entra em cena, antes de Kimbra introduzir o seu verso. Suas harmonias vocais são muito bem utilizadas no segundo refrão e complementam perfeitamente os vocais de Gotye. A letra é muito acessível e fala sobre um relacionamento fracassado: “Não, você não precisa se rebaixar tanto / Mandar seus amigos pegarem seus discos e depois mudar o seu número / Eu acho que eu não preciso mais disso / Agora você é apenas alguém que eu conhecia”. “Somebody That I Used to Know” é definitivamente uma música muito bem trabalhada, desde a estrutura, até a simples instrumentação e composição global.


08. Lorde – Royals

Royals

Nessa lista não poderia faltar a canção “Royals” da jovem neozelandesa Lorde. Uma música que não envelhece, não importa quantas vezes você a ouça. Foi esse single o responsável por mostrar o talento de Lorde para o mundo e, de quebra, a fez ganhar seus dois primeiros Grammy Award. “Royals” é uma canção eletropop minimalista, escrita pela cantora ao lado do produtor Joel Little. Liricamente, é um número que critica a vida luxuosa que muitos artistas da indústria musical possuem. Na primeira audição, a música parece ser rasa, mas ela contém uma grande profundidade lírica por trás.

É uma verdadeira crítica para aqueles que, de certa forma, exaltam a riqueza em excesso de outras pessoas. “Mas todos só querem saber de champanhe, carrões / Diamantes em seus relógios / Jatinhos, ilhas, tigres em coleiras de ouro / A gente não se importa / Estamos nem aí para quem você namora”, ela canta em um dos versos. Sonoramente, “Royals” é extremamente divertida e cativante. O seu primeiro minuto possui apenas vocais, percussão e um baixo de apoio. A batida é espaçosa, poderosa e composta de alguns zumbidos eletrônicos. Ao fundo, a música é bem estagnada, pois são os atraentes vocais de Lorde que comandam tudo. O refrão, por sua vez, é um verdadeiro destaque.


07. Sky Ferreira – Everything Is Embarrassing

Everything Is Embarrassing

Escrita por Sky Ferreira, Dev Hynes e Ariel Rechrshaid, a maravilhosa “Everything Is Embarrassing” aparece na nossa sétima posição. É uma canção synthpop e dancepop que foi lançada como segundo single do EP “Ghost” de Sky Ferreira. É uma música perfeita, extremamente encantadora e nostálgica da melhor maneira possível. A produção ficou a cargo de Ariel Rechtshaid, que modificou a estrutura e letra, juntamente com Ferreira, de uma demo enviado por Blood Orange (Dev Hynes). O seu som é amplo, celestial, evocativo e mostra claramente todo o potencial artístico de Sky Ferreira. É incrível como essa música consegue ser retrô e futurista ao mesmo tempo.

“Everything Is Embarrassing” é uma balada com um piano melódico, um tambor pesado, um arranjo refrigerado e vocais crescentes de Ferreira. Aqui, ela retrata um amor fracassado, mas de uma forma incrivelmente linda. Há um sentimento de dor em sua voz que consegue retratar com precisão a mensagem das letras. “Tudo é verdadeiro para mim / Nunca houve palavras onde poderia ter / Talvez se você me deixar ser seu amor / Talvez se você tentasse então eu não incomodaria”, ela canta. A produção, inspirada em uma sonoridade dos anos 1980, também faz uso de uma bela programação de bateria e sintetizadores excepcionalmente melancólicos. Em suma, “Everything Is Embarrassing” é uma música pop esplêndida.


06. Rihanna – We Found Love (feat. Calvin Harris)

We Found Love

“Encontramos amor em um lugar sem esperança”, Rihanna repete durante o refrão do hino “We Found Love”. Produzida e escrita por Calvin Harris, a canção fez um enorme sucesso em 2011 e chegou a permanecer por 10 semanas em #1 lugar na parada da Billboard Hot 100. É sem dúvida uma das melhores coisas que podemos encontrar no catálogo de hits da Rihanna. “We Found Love” é um número eletropop e house com fortes elementos de europop, trance e música techno. O escocês Calvin Harris foi creditado no título da música, no entanto, só aparece nos bastidores como produtor. Ele foi o principal responsável pela criação encantadora dessa música. Em “We Found Love” encontramos grudentos sinos de alarme, um teclado potente, batidas house, arranjos pop e sintetizadores pulsantes que bombeiam repetidamente por toda a pista.

Em boa parte, Rihanna canta a música com um falsete refrescante e em seu registro vocal mais superior. “Diamantes amarelos iluminados / E nós estamos lado a lado / Quando sua sombra cruza a minha / É o que basta para que eu ganhe vida”, ela canta melancolicamente ao representar um amor inocente. Seu conteúdo lírico é simples, mas oferece algo suficiente para destacar-se. A atmosfera de “We Found Love” é quase divina, assim como também parece ter sido feita para tocar em qualquer boate ao redor do mundo. A nostalgia em sua borda, os incríveis vocais e os sintetizadores cintilantes formaram uma combinação perfeita.


05. Grimes – Oblivion

Oblivion

A canadense Grimes, nome artístico de Claire Boucher Elise, encabeça a 5ª posição nesse ranking de melhores singles da década de 2010. Ela aparece aqui com a canção “Oblivion”, single do álbum “Visions” de 2012. A título de curiosidade, a música de Grimes é descrita como uma combinação atípica de elementos vocais, bem como uma variedade de influências, que vão desde o eletro até o pop, hip-hop e R&B. As batidas dançantes, sintetizadas, o teclado borbulhante e melodias de piano em “Oblivion” são celestiais, uma mistura sedutora e incrivelmente experimental. Musicalmente, é uma canção dream-pop futurista em uma combinação variada de temas e instrumentos. A batida incisiva, modernizada e os efeitos eletrônicos distorcidos exalam uma excentricidade encantadora. Confortavelmente em cima da insistente máquina de tambor, Grimes entrega vocais doces e flutuantes, pintados com tons surpreendentemente vintage.

A forma como ela coloca seus vocais na música oferece, para o ouvinte, uma viagem eletrônica e melancólica impressionante. Aqui, seu falsete serve como uma real textura ambiente e também é usado como força motriz por trás da melodia. “Porque quando você está correndo sozinha / É difícil encontrar alguém para segurar sua mão”, ela canta com uma doçura anormal. As letras, quase sussurradas, ainda dão um contraste romântico e autêntico para a música. Em “Oblivion” vemos Grimes tomando grandes inclinações para o pop, mas ainda mantendo sua atmosfera excêntrica. É uma canção alegremente estranha, experimental e promissora. Grimes é uma artista prodígio e verdadeiramente talentosa. Em “Oblivion”, sua criatividade e capacidade artística conseguiu ultrapassar novas fronteiras.


04. Robyn – Dancing On My Own

Dancing On My Own

A gloriosa “Dancing On My Own” de Robyn aparece na quarta posição do ranking. A sueca é uma artista incrível e multi-facetada, que consegue encantar facilmente com seu eletropop de outro mundo. Ela é uma cantora que não tem medo de explorar quaisquer sentimentos e emoções dentro do contexto de suas canções. E, “Dancing On My Own”, é um exemplo perfeito disso, pois faz Robyn oferecer algo muito mais profundo que a maioria das músicas pop da atualidade. É uma canção eletropop e synthpop, com influências disco, extremamente cativante que exala uma vulnerabilidade de cortar o coração. Em “Dancing On My Own”, Robyn atingiu um nível de consistência e profundidade, semelhante a algo que bandas como Depeche Mode e New Order costumavam fazer na década de 1980. A faixa está presente no aclamado álbum “Body Talk”, lançado em 2010. Foi escrita e produzida por Robyn ao lado de Patrik Berger, e inspirada por algumas canções de Donna Summer.

Musicalmente, “Dancing On My Own” é uma balada onde a cantora fala sobre dançar sozinha, enquanto vê seu ex-namorado junto com outra mulher. Seu conteúdo lírico é bem emotivo, romântico, melancólico e um pouco dramático: “Eu estou no canto, vendo você beijá-la / Eu estou bem aqui, porque você não consegue me ver? / Eu estou dando tudo de mim, mas eu não sou a garota que você está levando pra casa / Eu continuo dançando sozinha”. A letra é um pouco triste, ao mesmo tempo que possui uma grande sensibilidade pop. Sua melodia é encantadora, atraente e acompanhada por sintetizadores pulsantes, percussões eletrônicas e um teclado fabulosamente borbulhante. Sua batida dançante e sintetizada consegue ser implacável e down-tempo na mesma proporção. Em última análise, “Dancing On My Own” pode ser considerado um verdadeiro e irresistível hino eletropop da geração.


03. Adele – Rolling in the Deep

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Abrindo o pódio temos a faixa “Rolling in the Deep”, primeiro single do álbum “21” de Adele. A canção foi escrita pela cantora ao lado do produtor Paul Epworth, e lançada em 29 de novembro de 2010. “Rolling in the Deep” é número pop, deep-soul e gospel, com alguns elementos de blues e um refrão crescente, onde há um coro ao fundo dizendo: “Você vai desejar nunca ter me conhecido / Lágrimas cairão, rolando nas profundezas”. Um verdadeiro ataque em fúria ao seu ex-namorado. “Rolling in the Deep” é um autêntico hino pop que acabou tornando-se a segunda canção mais vendida digitalmente nos Estados Unidos, com mais de 8.4 milhões de downloads pagos. Nesta canção, encontramos Adele extremamente poderosa, ameaçadora, magoada e emocional. Ela está em um estado de espírito desolador, mas ao mesmo tempo furiosa. “Tem uma chama surgindo no meu coração / Tomando conta de mim e me tirando da escuridão”, ela canta na primeira linha. Adele consegue canalizar emoções e sentimentos intensos através da letra, digamos que é uma verdadeira montanha-russa emocional.

É uma canção com uma natureza vingativa, sobre uma mulher que foi profundamente ferida por seu ex-namorado. Sonoramente, “Rolling in the Deep” começa com um dedilhado de guitarra acústica abafado e estável, que se encaixa perfeitamente ao timbre rouco de Adele. Conforme progride, ela atinge notas altas e baixas, e encontra um tom perfeito para a música. A seguir, a faixa pisa no território blues e é acompanhada por um forte tambor e palmas, enquanto um piano apoia o pré-refrão. O arrebatador refrão, por sua vez, é um dos melhores momentos de toda a música. É extremamente cativante, catártico, libertador e o melhor do catálogo da Adele. É no refrão onde os backing vocals, de influência gospel, acompanham fortemente a performance dela. A inclusão dos vocais de apoio e alguns toques de pandeiro foi uma decisão inteligente. “Rolling in the Deep” é uma música realmente muito bem trabalhada, desde a instrumentação acústica até os luxuosos vocais. Em suma, é uma verdadeira música pop de qualidade.


02. M83 – Midnight City

Midnight City

Para quem não conhece, M83 é uma banda francesa, formada em 2001 e liderada por Anthony Gonzalez. “Midnight City”, primeiro single do álbum “Hurry Up, We’re Dreaming”, não poderia ficar de fora da nossa lista de melhores singles da década. Isso porque é uma canção épica e extraordinária que exala uma qualidade excepcional. Sério, eu não exagerei nos meus comentários, “Midnight City” é realmente uma música impecável. É uma canção dream-pop e eletropop, quase sinfônica, que traz elementos de new wave e o melhor da tendência pop moderna. A faixa abre com um teclado atmosférico ao fundo e um sintetizador agudo que oscila na maior parte do tempo. Fortes tambores e uma linha de baixo gloriosa também aparecem, assim como um som sintético típico da década de 1980. Com ajuda de alguns instrumentos, Gonzales consegue distorcer sua própria voz, a fim de exalar uma ranhura futurista. Rapidamente, ele encanta o ouvinte com o seu vocal apaixonante, quando canta: “Esperando em um carro / Esperando por um passeio no escuro / A cidade da noite cresce / Olhe e veja seus olhos, eles brilham”.

A letra é de difícil compreensão, mas a melodia e a irresistível combinação de instrumentos ditam o ritmo perfeitamente. Após o primeiro minuto, um senso de urgência toma conta e estabelece de vez a música como a melhor coisa criada pela banda. Baixo, tambores, bateria elétrica e um pesado sintetizador explodem em uma mistura verdadeiramente mágica. Gonzalez e companhia ascendem uma matriz de efeitos sonoros e uma percussão cheia de adrenalina, a fim de criar algo surpreendentemente impressionante. Outra coisa que chama bastante atenção são as camadas vocais, que ecoam e ainda oferecem perfeitas harmonias. Mas, quando você acha que tudo isso foi suficiente, M83 adiciona uma linha de saxofone triunfal à canção. É algo tão polido e reluzente que acabou elevando o nível da música para novas alturas. O solo de sax é realmente de cair o queixo de qualquer um. Futuramente, “Midnight City” será lembrada como uma verdadeira obra-prima da década de 2010.


01. Katy Perry – Teenage Dream

Teenage Dream

Afinal, qual é a melhor música pop da década de 2010 até o momento? Aparecendo no primeiríssimo lugar da nossa lista, temos nada menos que “Teenage Dream”, a faixa-título do segundo álbum de estúdio pop de Katy Perry. Escrita por Katy Perry e Bonnie McKee, “Teenage Dream” regressa aos sentimentos de euforia de estar apaixonado como um adolescente. Não é uma faixa tão imatura como o título faz parecer, muito pelo contrário, é muito bem escrita. É uma fatia irresistível de lembranças de uma juventude e adolescência inesquecível. Liricamente, é nostalgia pura, por isso invoca instantaneamente sentimentos de saudade e memórias do passado. A letra é despreocupada e realmente consegue capturar os bons momentos vividos enquanto jovem, ao passo que resgata um amor adolescente. “Vamos percorrer todo o caminho esta noite / Sem remorsos, apenas amor / Nós podemos dançar, até morrer / Você e eu, seremos jovens para sempre”, ela canta no pré-refrão. Musicalmente, “Teenage Dream” é uma canção eletropop, mid-tempo, com uma sonoridade maravilhosamente retrô e uma forte sensibilidade pop-rock. Inicialmente, Perry começa com vocais incrivelmente doces e arejados, enquanto alguns acordes de guitarra e um simples tambor dão suporte. Os versos inciais são suaves, transmitem uma ternura adorável e são interpretados de uma forma encantadora. Quando o explosivo refrão entra, a cantora passa a fornecer vocais mais fortes, estridentes e um maior uso da voz de cabeça. Da mesma maneira, a batida fica mais contundente e os riffs de guitarra elétrica ainda mais potentes.

Katy pode não ser uma das melhores vocalistas em performances ao vivo, mas sem dúvida, possui um dos timbres mais atraentes e robustos da atualidade. E aqui, sua voz está exemplar. No excessivamente cativante refrão, ela oferece linhas ainda mais viciantes: “Você me faz sentir / Como se eu estivesse vivendo um / Sonho de adolescente / O jeito que você me excita / Eu não consigo dormir / Vamos correr e nunca olharmos para trás / Jamais olharmos para trás”. Mais tarde, quando você menos espera, “Teenage Dream” atinge seu pico durante a ponte. Uma mini explosão acontece e o impetuoso refrão surge ainda mais forte. Destaque para o verso: “I’m a get your heart racing / In my skin-tight jeans / Be your teenage dream tonight / Let you put your hands on me / In my skin-tight jeans / Be your teenage dream tonight”. Esse gancho, em especial, é a parte mais grudenta de toda música. Na produção temos Dr. Luke, Max Martine e Benny Blanco, três hitmakers conhecidos da indústria. Em 2010, com o lançamento de “Teenage Dream”, pode-se dizer que eles conseguiram se reinventar. Naquele momento, o trio de produtores conseguiu criar algo novo e diferenciado. Sua produção é realmente impecável e muito polida. “Teenage Dream” é a definição de uma música pop perfeita. É a música pop na sua melhor e mais autêntica forma. É memorável e evocativa em todos os sentidos. Portanto, o título de “Melhor canção pop da década” é nada menos que justo.

São Paulo, formado em Recursos Humanos, apaixonado por músicas, séries e animes. Fã dos Beatles, amante do futebol e palmeirense fanático.